sexta-feira, 1 de abril de 2011

- de Oliveira

Ando meio viciado nos poemas de um amigo, e falem eles sobre amor, vida comum e etc. A forma com que ele escreve; como põem as palavras em ordem e toda a fonética que há em seus sublimes escritos me deixa inquieto. Isso deve se chamar saudade, pois todos os dias que posso passo pelo seu “diário eletrônico” para dar uma bisbilhotada. Vejo que a vida de “Militar” anda te sugando ao extremo, mas como você mesmo disse:
- Estamos amadurecendo. E é verdade sim, estamos!

   Astucioso eu diria, é; o tempo é assim.
Tão comum quanto se pode imaginar ser, mas trás consigo uma maré de coisas, boas ou não, pra mim “boas – ótimas” seriam melhores postas. Não tenho nada do que reclamar;
a vida tirou e recolocou no lugar... Problemas resolvidos, dores esquecidas, pessoas importantes na minha vida e tudo, “tudo” no seu devido lugar;
Penso em coisas comuns, ou não comuns; é impreterível viver e isso causa um grande abalo em mim, vivo uma vida sublime e construtiva; estou na fase de meus marotos 20 anos, sou completo e feliz. Tive tantas coisas, vi tantas outras; já me decepcionei com “tantas” pessoas e ainda assim tenho “prazer” na vida;
- Ame sem precedentes e sem culpa, um amor sem escalas. É isso que torna o amor tão especial!
Ando não tendo tempo para escrever, ou é preguiça mesmo; 
Mas sinto falta, como se estivesse deixando de escovar os dentes ou fazer a barba, é crescente a falta que escrever me faz. Prazer, Lucas George!

- Antes que você se pergunte o porquê da apresentação, lhe darei a resposta...
não preciso ser eu para escrever, a verdade é que... Preciso escrever mais para voltar a ser eu.

Para meu amigo, de Oliveira; eu também penso em coisas!
Saudades e Adeus.

- Lucas George P. Paschoal


* de Oliveira
Marcos Vinicius

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